… e tenho dito!
[via Peixe Fresco]
… e tenho dito!
[via Peixe Fresco]
Este é um vídeo que Charlie Inglehart, um estudante da Toronto Film School, produziu em homenagem à sua bike. Não importa o que você faz em cima de uma bike, se você é apaixonado por ela, vai se identificar com o filme.
Já ouviu falar dessa inglesa? Então comecemos a semana com este vídeo.
É isso aí, a mulherada mandando ver na bike.
Agora sai da frente do computador, pega aquela bike antiga que tá na garagem, dá um tapa nela e vai pedalar, pedalar, pedalar…
A bike de hoje vem dos EUA, mais precisamente de Austin, Texas. Whitney Moyer é o cara responsável por todo o processo de produção de bikes da Moyer Cycles, uma empresa que produz lindos quadros de cromo.
A bike inteira.
Os cachimbos (onde os tubos são unidos) são polidos e se reparar bem nas duas fotos acima, a caixa de direção é rosqueada, sistema antigo que dá um charme a mais à essa bike.
Cubo dianteiro, parece ser um Phil Wood, quem não conhece, o lema dos caras é ’Construção forte, simples e funcional’.
Uma construção simples e elegante, finalizada com este lindo seatstay onde os tubos são cruzados.
Mais uma bike linda que merece o seu espaço no blog Aromeiazero. Veja aqui mais alguns modelos da Moyer Cycles…
Mais uma bike feita a mão, com todo o cuidado e maestria dos grandes artistas.
Essa bike foi apresentada no último Interbike. Lindo trabalho com soldas limpas, bonitas e detalhes, muitos detalhes.
Comecemos pela mesa, ou o avanço do guidão, no sistema Quill, aquele que é introduzido dentro do steerer do garfo, e a forma como o guidão é preso, um sistema um pouco mais trabalhoso mas que oferece inúmeros ajustes. Os parafusos que prendem as rodas ao quadro foram feitos sob medida em aço inox e trabalhados no processo CNC, para oferecer um visual elegante e único. A gancheira é outra área que mostra o cuidado com que esse quadro foi desenvolvido, em aço inox ela recebeu um polimento a mão que deixou um acabamento espelhado e uma “régua” gravada a laser para facilitar o alinhamento e garantir que você sempre acerte o lugar onde a roda deve ser presa.
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Os tubos curvos, a geometria clássica de velódromo e a caixa de direção de 1″ fazem com que essa bike seja um tributo às raízes clássicas do ciclismo.
Logo mais esse quadro estará disponível, vale a pena conhecer.
[via LDG]
Pessoal, estamos preparando um especial sobre o Pedala Zezinho, mas enquanto isso, curtam uma corrida insana pelas ruas de Auckland City na Nova Zelândia.
Tiro o meu chapéu para a pilotagem do camera man na scooter…